sexta-feira, 25 de maio de 2012

Pilates na Gestação - Exercícios para aliviar dor lombar


Vi essa postagem hoje em um blog de pilates e resolvir postar para vocês.. Exercícios para  aliviar a dor na coluna, retirei do blog: villa marianna

Aprenda a fazer cinco exercícios que ajudam a combater algumas dores que a gravidez causa no seu corpo!

A alegria de ser mãe é indescritível. Esperar ansiosamente pela chegada do seu bebê depois de longos nove meses não é uma tarefa fácil, ainda mais quando dores nas costas, quadris e pernas atrapalham qualquer movimento que você faça. Ainda bem que existem alguns exercícios que ajudam muito para diminuir as dores que a gravidez causa em nosso corpo. Pensando nisso, nós conseguimos um passo-a-passo da Marla Lopes Coimbra, fisioterapeuta e educadora da Physio Pilates – Polestarbem fácil de fazer para as futuras mamães! Tudo o que você vai precisar é de uma bola própria para o treinamento de pilates!
Ex 1- “Assisted Squat” (com bola na parede)
Posição inicial: Em pé, apoiada com uma bola na parede, pés em rotação externa, pernas separadas.
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Movimento: Enquanto inspira, agachar dobrando os joelhos, mantendo-os rodados para fora. Retornar subindo o corpo, esticando os joelhos na expiração. A bola movimenta-se para baixo e para cima junto com o corpo para dar assistência ao movimento.
Objetivo: Fortalecer os membros inferiores, principalmente a coxa; mobilizar as articulações do quadril-joelho e tornozelo para garantir nutrição e melhorar a circulação sanguínea; melhorar a ativação e flexibilidade da musculatura adutora e assoalho pélvico; treino funcional para agachar e sentar.
Ex 2 – “Supine Stretch” (na bola)
Posição inicial: Deitada na bola, mãos na nuca, joelhos fletidos e rodados para fora, pés separados.
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Movimento: Esticar cuidadosamente as pernas movendo a bola para trás durante a expiração. Fazer algumas respirações nessa posição de alongamento, tentando alongar os cotovelos para trás e as pernas para “longe” do corpo. Voltar lentamente dobrando as pernas e repetir. Cuidado ao sair da bola, preferir descer agachando até o chão, subindo a cabeça devagar para evitar sensação de tontura e espasmo abdominal.
Objetivo: alongar toda cadeia anterior do corpo (abdômen, peitoral, musculatura anterior de coxa) enquanto faz extensão passiva.
Ex 3 – “Mermaid” (na bola)
Posição inicial: Sentada com pernas em posição de “Z”. Bola ao lado do corpo, mão apoiada na bola com braço esticado.
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Movimento: Inspirar e empurrar a bola lateralmente. Enquanto a bola vai se afastando para longe do corpo, inclinar o tronco para o lado e subir o outro braço, alongando-o por cima da cabeça. Inspirar nessa posição de alongamento e expirar desfazendo o movimento, retornando a bola e o corpo para posição que iniciou o exercício. Tentar fazer o exercício “crescendo” a coluna durante todo o movimento. Repetir com o outro lado.
Objetivo: Alongar a musculatura lateral do corpo (da cintura ao braço); melhorar a mobilidade do quadril; indicado para diminuir a sensação dolorosa entre as costelas, muito comum nas grávidas.
Ex 4 – “Mermaid com flexão-extensão” (na bola)
Posição inicial: Sentada com pernas em posição de “Z”. Bola ao lado do corpo, as duas mãos apoiadas na bola com braços esticados. Coluna alongada em posição neutra.
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Movimento: Durante a expiração, empurrar a bola para frente enquanto enrola a coluna em flexão. Inspirar e voltar desenrolando a coluna progressivamente, voltando a cabeça por último. Seguir inclinado o corpo para trás (no sentido oposto) e estender a coluna abrindo o peito.
Objetivo: Mobilizar a coluna em flexão-extensão combinada com leve inclinação, permitindo alongamento e nutrição da coluna; indicado para aliviar dores na coluna.
Ex 5 – “Standing Hip Stretch” (na bola)
Posição inicial: Meio ajoelhada, com uma perna à frente do corpo, mãos na bola.
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Movimento: Transferir o peso do corpo para frente, enquanto estica a perna de trás e flexiona a da frente. Manter a coluna alongada e a ideia da perna de trás “crescendo” para longe do corpo. Manter o alongamento e voltar cuidadosamente para posição de início.
Objetivo: alongamento dos músculos anteriores da coxa e abdômen inferior; fortalecimento das pernas; equilíbrio.
Esses cinco exercícios práticos e fáceis de aprender podem fazer uma diferença notável no seu dia-a-dia! Melhor ainda é procurar um local para praticar Pilates e ser acompanhada por profissionais que garantem o bem-estar de cada aluno.

Autora da Série: Marla Lopes Coimbra- fisioterapeuta e educadora PHYSIO PILATES – POLESTAR
Modelo das fotos: Waneska Cézar- dançarina e educadora PHYSIO PILATES – POLESTAR
Revisão Geral: Alice Becker –presidente da Physio Pilates e difusora da técnica no País
Venha se exercitar com uma fisioterapeuta especialista em obstetrícia na:
Vila Velha e Vitória - (27) 9938-8501 / (27) 3032-6974 
Thais Ramos Dias

terça-feira, 22 de maio de 2012

Naitre Enchantée - O prazer de Nascer

Sempre passo esse vídeo para minhas gestantes...

Nele vocês podem reparar nos movimentos que ela faz durante o trabalho de parto: o agachamento, o rebolar, a respiração e a concentração, itens que fazem a diferença para um trabalho de parto mais tranquilo.

 beijos Thais Ramos

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Nascimento do Henrique

Bom dia mamães, Hoje vou colocar algumas fotos e o vídeo do nascimento do Henrique, que veio ao mundo na sexta feira dia 04-05-2012. 

Vou contar um pouquinho da história da Fabiana mãe do Henrique. Fabi veio para mim por indicação da Dra. Eloisa Leite com 10 semanas para começar a fazer exercícios na gestação e se preparar para o parto normal, algo que ela desejava muito. 

 Fez uma aula apenas e uma semana depois teve um sangramento, sugeri pararmos a atividade e voltar quando tudo estivesse normalizado já que ela não estava com dores (coluna). Pois bem voltou com 25 semanas e começamos fazer os exercícios... 

 Com 38 semanas fizemos a aula de parto e ela disse que estava um pouco ansiosa para ver Henrique e que não estava conseguindo dormir direito, estava com muita insônia, fizemos a aula e passei o vídeo Orgasmic Birth para ela assistir com o marido. 

 Fabi não gostou nem um pouco do filme (rs) o que a deixou mais ansiosa para conhecer Henrique e queria marcar a cesárea logo. Dra. Eloisa pediu então que ela esperasse pelo menos mais 1 semana e se nada acontecesse ela faria a cesárea na próxima segunda feira. 

Pois bem Henrique não gostou desse combinado e tratou de nascer logo. Fabi entrou em trabalho de parto na sexta de manha (6 e pouco)achou que tivesse com a bolsa rota e estava com algumas contrações mais nada muito forte. 

Como a Dra. Eloisa havia avaliado o colo do útero na quarta e estava posterior e fechadinho, pediu que quando chegasse ela se encaminhasse para o centro cirúrgico. Lá a Dra. Eloisa fez um toque para avaliar como estava o colo e teve um surpresa, 7 cm de dilatação. 

 Encaminhou a Fabi para a sala de Parto Humanizada para que ela pudesse ter normal que tanto desejava. Fabi esteve maravilhosa durante o trabalho de parto, não estava com muita dor e ficou até os 9 cm sorrindo. E o restante da história vocês podem acompanhar pelo vídeo. Parabéns a Dra. Eloísa por sua dedicação e excelente conduta e a Fabi que teve o parto que tanto desejava! Henrique nasceu as 11:40.

Fabi durante a contração
Avaliando as contrações
Nascimento HENRIQUE from By Gomes on Vimeo.
Dra. Eloisa Leite e eu ( Thais Ramos)
Se concentrando...
Dando energia pra fabi
No intervalo das contrações
Olha que belo sorriso durante o trabalho de parto
Agachamento para o Henrique descer
Apoio
Nem precisa de legenda...


Parabéns Fabi





quarta-feira, 2 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

Programa Sala de Convidados: Política de atenção ao parto e nascimento

Estou postando 6 vídeos de um programa falando do parto normal é longo, mas vale a pena assistir!

Beijos Thais Ramos

Programa Sala de Convidados no canal Saúde da Fundação Oswaldo Cruz com o tema: Política de atenção ao parto e nascimento

Reuniu o médico obstetra da fundação municipal de saúde de Niterói, Rodrigo Vianna; a enfermeira obstétrica e professora assistente da UERJ, Maysa Ludovice Gomes; a coordenadora da área de saúde da mulher do ministério da saúde, Lena Vania Cardoso Peres e o pediatra e coordenador do curso de especialização em atenção integral à saúde materno-infantil da Maternidade Escola da UFRJ, Marcos Renato de Carvalho.

O programa foi dividido em 6 partes.


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Posições para o Parto

Ótimo vídeo demonstra algumas das posições que utilizamos para o parto, no vídeo ela fala muito das posições para quem recebeu a analgesia, mas podemos usar em qualquer caso.

Encontrei o vídeo no blog da Cris...

beijos

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Quer dizer que você quer parto normal?

Li esse texto e adorei, sempre oriento minhas gestantes sobre essas 7 dicas...

 Tenho certeza que irão gostar do texto, tirei do blog: A mãe que quero ser

Quando o assunto é parto, você diz “quero parto normal” ou “vou tentar normal” (e não se fala mais nisso)? Você acredita que, para ter parto normal, basta querer e torcer para que tudo dê certo? Você escolheu um médico do plano que se diz favorável ao parto normal, mas que diz “não se preocupe com isso, do parto cuido eu”?

Se você respondeu “sim” a qualquer uma dessas perguntas, você precisa ler este post. Se você conhece alguém que se encaixa nesse perfil, por favor, repasse o link para ela.



Eis os FATOS: se você vai ter seu filho na rede privada, a probabilidade de acabar numa cesárea se aproxima de 90%. Pense bem: quantas amigas suas começaram naquele quadro acima (“quero normal, meu médico diz que faz”) e terminaram numa cesárea? Não quero te desapontar (pelo contrário, quero ajudar!), mas a verdade é que parto normal não é para qualquer uma. É para quem pode – para quem pode correr atrás de informações confiáveis, pode encontrar a coragem para mudar de médico se o dela for cesarista, pode pagar um obstetra fora do plano ou optar pela rede pública se necessário, pode olhar para dentro e enfrentar seus demônios, pode peitar o marido, a mãe e o escambau. A boa notícia é que você pode ser uma mulher dessas.

Se você quer MESMO parto normal, seguem abaixo 7 dicas para aumentar as chances de ter o parto que você deseja e merece:

1. Informe-se

Parto normal no Brasil é exceção. Especialmente se você tem plano de saúde. Isso significa que você precisa estar ciente das possíveis armadilhas que fazem as mulheres caírem na cesárea, mesmo sem querer. Que armadilhas? Entre elas: os mitos sobre o parto, as falsas indicações de cesáreas, a realidade sociocultural e econômica (em que o normal é o parto cirúrgico), o sistema tecnocrático e voltado para lucros e a formação e a atitude da equipe que vai te acompanhar. Você não precisa mudar nada disso – se quiser tentar, ótimo! – mas não pode fingir que vive num mundo cor de rosa em que o médico vai deixar a natureza seguir seu curso, a equipe do hospital está lá pra te ajudar e o que quer que aconteça estava “escrito nas estrelas”. Acorde e deixe seus olhinhos bem abertos. Ou volte a acreditar em duendes (quer dizer, médicos bonzinhos) e depois não se surpreenda se acordar com uma bela de uma cicatriz na barriga.

2. Escolha um obstetra realmente favorável

A melhor forma de saber se o seu GO “faz” parto normal mesmo (quem faz é a mulher, mas já que essa é a expressão, estou adotando-a aqui, entre aspas) é através da indicação de mulheres que pariram com ele. Se isso não for possível, dê uma de detetive e procure pistas de que ele possa te induzir à cesárea. Fique atenta aos seguintes sinais: ele nunca desmarcou uma consulta (parto normal não tem hora marcada); no consultório, tem várias pacientes chegando para tirar pontos e meia dúzia de grávidas com a barriga do tamanho da sua (ou seja, não vai dar para esperar o trabalho de parto de todas elas); ele não gosta de falar sobre o parto e diz coisas como “deixa isso comigo”; ele é fã das táticas do medo (“o importante é a saúde do bebê”) e vive procurando pêlo em ovo (“temos que ficar de olho nesse líquido…”). Mesmo que ele seja muito querido, muito fofo e te conheça há anos, não se iluda: se ele faz cesárea em 90% dos casos, a sua chance de parir com ele é 1/10.

3. Procure apoio virtual e local

Quem nada contra a maré requer muito apoio e incentivo. Nada melhor que se juntar a pessoas que te entendem, já passaram por isso, e se empenham para ajudá-la a conseguir atingir o seu objetivo. Para isso, sugiro que você participe de listas virtuais como a PartoNosso do Yahoo Grupos, comunidades como a GPM – Gestação, Parto e Maternagem no Facebook e que procure também um grupo de apoio local, onde possa olhar nos olhos de outras mães, ouvir suas experiências e trocar recomendações. Aqui no Rio tem o Ishtar, grupo incrível, coordenado por gente maravilhosa e frequentado por mulheres de todos os tipos (inclusive euzinha).  Também tem Ishtar em Belém, Sorocaba e Recife, e sei que São Paulo tem o Gama, BH tem o Bem Nascer e Curitiba tem o Espaço Aobä. E não devem ser os únicos. Procure por esses grupos, vá a um encontro (são gratuitos) e saiba que você não está sozinha.

4. Prepare sua cabeça (e o corpo também)

É preciso muito preparo psicológico para se manter firme num desejo que, lastimavelmente, é tão difícil de se realizar na atual conjuntura. É preciso coragem para dizer tchau para seu médico de anos na 37a semana e procurar um novo profissional; força (e paciência) para não ceder aos protestos da família e dos amigos que não entendem porque você não marca a cesárea como todo mundo; convicção para usar suas economias para bancar uma equipe realmente alinhada com seu plano de parir; fé para se permitir parir como manda a natureza. Minhas dicas: leia livros e relatos de parto positivos (fuja de programas de TV, de maneira geral) e faça terapia. Além da força psicológica e emocional, também é legal preparar o corpo para as posições e as sensações do parto (yoga para gestantes e massagem perineal são duas opções que vêm à mente). Mas não se iluda: a cabeça é muito mais importante que o corpo nesse processo de parir.

5. Seja sujeito

É muito cômodo (e perigoso) entrar no papel da “mãezinha” ou “gravidinha” (primas-irmãs da “princesinha”) e deixar que todas as decisões sejam tomadas por você: pelo médico, por sua mãe, pelo marido… Se você tem a intenção de parir, você precisa se recusar a ocupar esse lugar. Porque uma mulher que dá a luz é protagonista, e não um objeto ou um coadjuvante do processo. Ser sujeito significa, entre outras coisas, questionar, se examinar, refletir, sentir, escolher, rebolar (em ambos os sentidos), viajar para a partolândia e dar um belo de um FODA-SE pra todas aquelas pessoas que teimam em te julgar. Ser sujeito significa viver de acordo com a sua verdade e sentir na pele as suas escolhas, e não ser vítima das decisões de terceiros.

6. Contrate uma doula

Para quem não sabe o que é uma doula e qual a importância dela no parto, prometo um post longo e detalhado em breve. Por enquanto, vou ser econômica e dizer que a doula acompanha a gestante antes, durante e após o parto; sua função é servir de apoio e conforto. A doula não é profissional de saúde e nem faz parte da equipe médica: ela acompanha a mulher, oferecendo palavras de incentivo, um toque carinhoso e um porto seguro para a parturiente (e, muitas vezes, também para seu companheiro). Em suma, a doula é uma amiga que já viu muitas mulheres parindo. Por isso, é importante  conversar muito com ela antes do parto, sentir-se bem com ela e criar um laço de afeto e confiança. Você pode achar que doula é modismo ou frescura, mas a história e as evidências mostram o contrário: doulas existem há milênios e sua presença na sala de parto diminui o índice de cesárea, analgesia e depressão pós-parto e aumenta a satisfação materna e o índice de amamentação (entre outros benefícios). Se você é carioca, visite a página do Núcleo Carioca de Doulas no Facebook para se conectar com profissionais da área.

7. Não saia correndo para o hospital

Pensei se deveria mesmo incluir esta última dica – obviamente, não quero ser culpada depois por uma leitora que teve seu filho no táxi! -, mas como não tem como negar que um dos fatores de cesárea é a impaciência dos médicos (a famosa desculpa “não teve dilatação”) optei por colocá-la. A não ser que esteja com uma equipe de parto humanizado, a melhor maneira de se proteger da cesárea intraparto é chegar ao hospital em trabalho de parto ativo, com mais de 7 cm de dilatação e, de preferência, dilatação total. Eu sei que é difícil se imaginar fazendo isso – “correndo esse risco” – mas é mais comum chegar cedo demais e sofrer um parto cheio de intervenções desagradáveis ou até mesmo uma cesárea do que acabar parindo a caminho da maternidade (apesar desses casos saírem mais na mídia!). Se você não tem plena confiança na equipe médica e sente que o médico pode acabar fazendo uma cesárea de última hora, essa é a dica que eu deixo para você (de preferência, siga também a dica número 6).

"Por hoje é só. Boa sorte e boa hora para você! E depois passe aqui e conte sua experiência."